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February 07 2010
Exercícios filosóficos
Shared by Alcides Fonseca
Melhor que as comparações do iPad!

Sōkrátēs Sócrates
Sōkrátēs buscava o Conhecimento. O seu método para alcançá-lo era o diálogo e a humildade de formular todas as perguntas.
Sócrates prefere o Desconhecimento. O seu método para alcançá-lo é o monólogo e a arrogância de calar todas as perguntas.
Um pensamento de Sōkrátēs - Quatro características deve ter um juiz: ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente e decidir imparcialmente.
Um pensamento de Sócrates - Quatro características deve ter um juiz: não ouvir escutas, responder obedientemente, ponderar nos riscos que corre e decidir se quer continuar a ter emprego.
Sōkrátēs provocou uma ruptura sem precendentes na Filosofia grega.
Sócrates provocou uma ruptura sem precendentes na Auto-Estima portuguesa.
Sōkrátēs tinha um lema: Só sei que nada sei.
Sócrates tem um lema: Eu é que sei.
Sōkrátēs auto- intitulava-se "um homem pacífico"
Sócrates auto-intitula-se "um animal feroz".
Sōkrátēs foi condenado à cicuta.
Sócrates foi condenado pelas escutas.
Sōkrátēs deixou-nos incontáveis dádivas.
Sócrates deixa-nos incontáveis dívidas.
Cruel Intentions
This movie started wonderfully by the sound of Every You, Every Me dos Placebo and then it just seemed like it was some kind of American Pie, but there was something there. That something turned out to be a really good story specially with all the crazy plans each had after another.

The ending was really awesome (by the sound of The Bittersweet Symphony by The Verve) and it totally non-expected, unlike the climax.
The Soundtrack is probably the best I’ve seen in a movie, with all the good songs of the late 90ies. I even let it play through the credits just to listen to Secretly by Skunk Anansie.
Oslo
This was Yet Another Trip we made while in Sweden. We took the train to Oslo (50€ round-trip). We were told that one day would be enough, so we got there at 10 and the train back home would be at 6pm. We walked around, following the river and we found a big touch screen with Google Maps loaded with Points of Interest to visit.

But nothing was better than our analog map, that took us to the University, to the Royal Palace, a couple of Churches and the Parliament, but this time we didn’t enter. And we also visited the National Art History Museum that looked like a miniature of Copenhagen’s. The price was the same: free.
Finally we had time to walk around the downtown of Oslo and also around the city (even went to a cemetery![1]) since we had time to kill. I have to say the city is very poor compared to the other I visited, and the most interesting thing I’ve saw were several buildings in irregular shapes, made all of glass. But then again, you also have them around the other cities I visited.
1In the Nordic countries, graveyards are beautiful gardens open for everyone to visit.
Unhappy LEGO (via legoexpress)
Agora, no Centro Social
Há uns tempos o Luís Pedro convidou-me para integrar o Centro Social um daqueles blogs da moda política (e do quotidiano), com vários autores, tipo o delito de opinião, o jugular e outros tantos.
Já andava a pensar em algum tempo em separar a política deste bliki e aproveitei esta oportunidade para o fazer. E é de salientar dizer que alinhei porque O Centro Social não tem qualquer orientação partidária. É apenas um espaço comum para vários autores com diferentes backgrounds e ideologias.
Tenciono também manter um diário dessas minhas escritas no Estado Quo e de outras que se enquadrem no género.
Uma Escola de Elites
Foi a expressão que Francisco Cardoso, professor da Universidade de Coimbra e CTO na Eneida, usou para descrever as universidades no podcast de hoje do Ineo. No entanto vai de encontro à democratização do ensino superior a que se tem assistido ultimamente (promovida com o objectivo de melhorar os números de Portugal na União Europeia). Claro que depois encontrar emprego para tantos Senhores Doutores torna-se um problema.
Pessoalmente concordo com a ideia que a Universidade devia ser uma escola de elites, em que o objectivo central não seria ensinar, mas avançar a ciência, a cultura, a tecnologia, avançar o conhecimento. Claro que seria preciso ensinar, para transmitir o actual conhecimento, práticas e métodos à próxima geração. Mas esse ensino seria porque os alunos estavam interessados no tema e em continuar a investigação (não necessariamente a nível académico, mas também a nível industrial e comercial, onde aplicável).
Mas é óbvio que não podemos deixar que a maioria da população se fique pelo 12º, pelo que seria importante a existência de escolas superiores, essas sim com o objectivo de ensinar conhecimentos mais especializados para os alunos passarem às respectivas cadeiras e encontrarem um emprego modesto, que lhes satisfaça as suas necessidades, mas onde não travem o desenvolvimento de quem realmente quer aprender mais, e ter iniciativa para contribuir para o progresso.
Há algum tempo que tento mudar a mediocridade que se tem instalado nas universidades, e que também foi referida por Francisco Cardoso, em que entram cada ano num curso 150 (ou até mais) alunos que tencionam tirar um mestrado (agradecimentos a Bolonha) e uma grande parte dos mesmos apenas para arranjar um emprego. Felizmente as universidades abordam os melhores alunos e propõem-lhes que participem nos projectos de investigação a decorrer. Mas isto não salva a baixa barreira existente nas aulas hoje em dia, retirando o prestígio às universidades, que já não podem afirmar que têm a elite da sociedade nas várias áreas. Até podem ter, mas está diluído num mar de mediocridade.
Bento XVI diz que ninguém é proprietário da sua própria vida
"As of Rails 3, script/server has become rails server. This was done because David liked it that way...."
- The Rails Initialization Process
February 06 2010
February 05 2010
Cloudy with a Chance of Meatballs

Cloudy with a chance of meatballs is what I call Yet Another Kid Animation movie, just like Planet 51 I half-saw. Could have been way better, just by improving the plot, but they are getting out of ideas.
Anyway, it’s a nice movie to watch with kids or your other half.
The Picture of Dorian Gray
I first met the Dorian Gray character in The League of Extraordinary Gentlemen and I was intrigued specially by this character. A couple of months ago I saw the book in Sweden, but I already had too much to bring home in my suitcase, so I left it for some other time.

Then I knew about the movie and this week I finally managed to watch it and the result was quite good. Like the cast pretty much and some of the decay scenes turned out quite shocking. Highly recommend it.
Spoiler: What most surprised me was the fact that he lived pretty much what he would have lived if he had not that special ability.
Leituras recomendadas
Direito à privacidade de rendimentos
Segundo o DN, parece que o PS vai propor um projecto de lei que visa a tornar públicos todos os rendimentos brutos declarados de todos os contribuintes, enquadrando essa medida no combate à fraude fiscal (viaAna Margarida Craveiro).
Tenho a dizer que estes senhores não estão no seu perfeito juízo. Esperava tal medida dos senhores comunistas, que se levado a um certo extremo, todos ganhavam o mesmo e portanto inútil esta medida. Mas… do PS?
Esta ideia começa por ser um atentado à privacidade. Como cidadão, eu tenho direito de fazer o dinheiro que bem me apetecer (dentro da lei, claro) e não tenho de dizer nada a ninguém. Digo apenas aos senhores das finanças, somente para eles confirmarem que eu pago o imposto apropriado. Apenas e somente! Aliás, andam os meus colegas informáticos a arranjar maneiras de manter essa informação confidencial e mesmo assim permitir o cruzamento de informação. Como tal, é possível automatizar o sistema de modo a que se encontrem falhas nas declarações, sem ser preciso mais alguém saber quanto é que cada um ganha. Ou porque outro motivo queriam ter acesso a essa informação?
Se assistirem à peça no vídeo no final do artigo, vêm um senhor deputado a defender a medida dizendo que se as outras pessoas souberem o que ganhamos, que vamos mudar o comportamento para exibir o que temos na medida correcta. Primeiro, porque é que o Governo quer mudar a forma como os cidadãos vivem? Está a prejudicar alguém? E porque é que quer o Governo que eu exiba algo na medida do que eu ganho? Eu se quiser posso gastar todo o meu dinheiro num Ferrari, ou posso investir o dinheiro no banco (ou outra coisa em que se perca menos dinheiro, aceito sugestões) e conduzir o meu Suzuki de 15 anos.
Esta nova do PS não só veio apresentar uma medida non-sense e a justificação para a mesma ainda mais inacreditável é. Acho bem que se combata a evasão fiscal, mas de forma legítima, sem querer mudar o comportamento de cidadãos inocentes.
February 04 2010
Want to Spread News on Twitter? It’s Who You Know, Not How Many

Some novel research on the social networking phenomenon has turned up a slightly surprising result: The most influential spreaders of news aren’t necessarily those with the greatest number of online friends or followers.
The research is coming from a study made at Boston University, and it’s all about k-shell decomposition in social networks–but more on that later. Until this research, lots of thinkers have concentrated on the idea that the people with ...
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