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April 15 2010

April 14 2010

Heck Yeah! Google Wave!

Heck Yeah!  Google Wave!

Google Wipe-Out?

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April 12 2010

Ineo Weekend

O ineo Weekend não é um evento de estimulo ao empreendedorismo, um workshop, nem um evento de networking.

É tudo isso: é um evento para abrir empresas.

Um fim de semana onde as equipas têm a oportunidade de trabalhar nas suas ideias com apoio de mentores e apresentá-las a investidores, ficando prontas a lançar-se no mercado.

Mais informações em: http://weekend.ineo.pt/

April 05 2010

What do you see?

What do you see?

The Rorschach part of it has always just looked like a pelvic bone to me…

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March 29 2010

Green-Screen

Green-Screen

Seriously…

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March 26 2010

Product Reviews

Product Reviews

Recently Will won multiple arguments with inanimate objects,
Raf realized power cords don’t work when they’re plugged into a toaster,
And Ray was on a boat. ON A BOAT!

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March 25 2010

brands don’t need ad agencies

So everyone and their mother in the business has forever been asking the question, “So what is the future of the ad agency?”

Clay Shirky wrote a damn good article about the future of newspapers. Substitute “Newspapers” with “Ad Agencies” and advertising grunts everywhere will have plenty food for thought…

“When reality is labeled unthinkable, it creates a kind of sickness in an industry.”

Clay makes the point that the world doesn’t need newspapers, it needs good journalism.

Similarly, you could argue that brands don’t need ad agencies per se. What they need are creative ways to make them more compelling to their target markets.

But which of the large agencies, with their hyper-entrenched business models and institutional shareholders, would ever dare mention that in a pitch?

March 17 2010

Hydrogenated Pennzoil

Hydrogenated Pennzoil

Raf’s watching Ray’s weight, and Will’s not big boned, he’s just fat.

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March 13 2010

March 10 2010

Empreendedorismo em cena

Este post fez-me recordar que, em tempos idos (10 anos atrás) escrevi uma tese de mestrado em economia dedicada à fundamental questão “porque é que umas regiões se desenvolvem mais do que outras”.

Após a defesa, em vez de seguir o caminho “normal” de tentar publicar uns artigos ou mesmo um livro, decidi uma via alternativa: criar um portal (www.carloscerqueira.com) dedicado a esta área e permitir o download gratuito da tese, num pdf desbloqueado. A tarefa envolveu alguns meses da minha vida, a aquisição de uns calhamaços sobre deamweaver (sabia zero sobre programação Web) e uma boa dose de entusiasmo. Note-se que em 2001 as ferramentas de blogues ainda não estavam popularizadas, e sobretudo, eram bastantes rudimentares em termos de funcionalidades.

O site esteve online durante cerca de 4 anos, com muitos visitantes de todo o mundo lusófono (a tese está escrita em português), até que por falta de actualização e uma dificuldade do host provider aceitar o meu pagamento via cartão de crédito (mas tinha saldo, garanto…), decidi fechar a loja. By the way, o domínio agora é usado neste site, se alguém souber chinês (ou será japonês…), por favor, elucide-me sobre o que é que ando (pelos vistos…) a vender online.

De todo o modo, o gosto por esta questão nunca mais me abandonou, e alguns autores que consultei passaram a ser seguidos com grande entusiasmo (Krugmam, Porter, Romer, Scott, Storper, Benko, Lipietz…e Richard Florida).

É bastante conhecido o que Florida escreveu sobre este ponto. Talento, tecnologia e tolerância seriam os pontos chaves para uma região se desenvolver e, lá está, ser um ecossistema de inovação, cluster, meio inovador ou o termo que se queira usar. A tolerância, mesmo na obra de Florida, tem sido também desenvolvida como uma “espécie” de qualidade de vida que atrairia a “classe criativa” ou os talentos.

A soma de todos este factores é que consegue criar uma “entrepeneurship scene”, o ponto em que passa algo a ser óbvio para todos: para  quem quiser começar uma empresa, aquele é o “o” lugar para fazê-lo.

Podemos ver aqui o caso de Austin, um dos novos “spots” do empreendedorismo nos EUA:


E em Portugal? Onde é que há uma “entrepeneurship scene”?

Em Coimbra, definitivamente, há uma. E os seus argumentos são conhecidos:

Este último ponto não é propriamente tangível nem mensurável. É sim, algo que quando se começa a sentir que “está no ar”, então sabemos que temos uma verdadeira “cena de empreendedorismo”.

O que acham?

Para um mapeamento do que isso pode ser, fica aqui um modesto contributo, certamente incompleto, obviamente aberto a contribuições, e sobretudo, em permanente construção:

O original (com links) pode ser consultado aqui.

March 05 2010

the cost of doing what you love

["Successful", which I sent out recently in the newsletter. You can get the signed print here etc.]

While writing the first draft of EVIL PLANS, I wrote about “The Hunger”- that primal drive we all have to do something meaningful with our lives.

The Hun­ger will give you everything. And it will take from you, everything. It will cost you your life, and there’s not a damn thing you can do about it.

What do I mean by “Everything”?

Well, pretty much what I said. Anything worth doing takes forever. And if time is all we have have, then QED, time is “Everything”.

Only you can decide if it’s worth it…

March 04 2010

February 17 2010

Interregno

Fernando Pessoa, “O Interregno”, 1928

“Três Doutrinas do Interregno:
1. A Nação está divida contra si mesma
“(…) porque não temos uma ideia portuguesa, um ideal nacional, um conceito missional de nós mesmos”.
2. Portugal, hoje, é um Estado de Transição
“(…)a condição de um país em que estão suspensas as actividades superiores da Nação como conjunto e elemento histórico (…), mas não está suspensa a própria Nação como conjunto e elemento histórico (…), mas não está suspensa a própria Nação que tem de continuar a viver e, dentro dos limites que esse Estado lhe impõe, a orientar-se o melhor que pode. (..) os governantes de um País em um período destes, têm pois que limitar a sua acção ao mínimo, ao indispensável.”
3. As esferas superiores da Nação acham-se quase completamente desnacionalizadas
“Estamos hoje sem vida provincial definida, com a religião convertida em superstição e em moda, com a família em plena dissolução. (…) Ora um país em que isto se dá, e em todos sentem que se dá, um país onde (…) não pode (…) haver opinião pública em que elas se fundem ou com que se regulem, nesse país todos os indivíduos e todas as correntes de consenso, apela,instintivamente ou para a fraude ou para a força, pois, onde não pode haver lei, tem a fraude, que é a substituição de lei, ou a força, que é abolição dela, necessariamente que imperar.”

Vá, ide ler. Afinal é Fernando Pessoa, não se pode contestar nem há que enganar.

O Interregno, texto integral

O Interregno, original

February 16 2010

Green Tone Bits: Session #11 (First Anniversary)

gtb online poster s11

The eleventh Green Tone Bits session is just a few days away. Happy anniversary!
Mark your calendars: Friday, 19 February 2010, from 22:30 to 02:00 GMT.

Our first anniversary is here. For the past year, we’ve been showcasing and sharing some of the best free digital music from all around the globe, proving that - even though there are still some strong non-believers - free music can be just as good as its paid counterpart. We showed that “free” doesn’t necessarily mean “cheap” and that eksprimentell-teknisk-avantgarde-saer-dop-steikbra-metal-musikk isn’t the only music genre being released by netlabels. The bottom line: quality music can be free - and legal.

We had a reasonably good (live) attendance at the sessions. Online, people from several countries (the US, Germany, France, Italy, Brazil, the UK, etc.) tuned in to the live streaming and/or downloaded the session’s playlists. Still, we believe we can reach a lot more people.

So, next friday - February 19 - we’ll be celebrating the Green Tone Bits’ accomplishments and future - and free music in general. Ogâmico [map] is still our headquarters  - and there will even be a special drink to match the event!

Also, as usual: listen to the live streaming on the site if you can’t make it; if you do make it to Ogâmico, bring your sad, empty MP3 player and we’ll happily transfer the previous sessions’ playlists.

You really can’t say no to an evening like this, can you? Cya!

January 27 2010

O Orçamento Silva

A família Silva é uma família portuguesa típica: recebe mensalmente os seus salários e faz os seus gastos. O problema é que a família Silva gasta mais do que o que recebe. O que lhes está a causar um problema. Convém perceber porquê.

Para tal veja-se em detalhe as características do problema (assuma-se, por facilidade de contas, que são 12 salários no ano e não 14):

  • a famíla Silva em conjunto consegue produzir/ganhar 1000€ mensais. Tem a garantia que os recebe porque senão leva o contribuinte dos seus ordenados a tribunal e se o contribuinte (a empresa onde trabalham) não pagar, vai preso.
  • isto significa que o Produto Interno Silva é de 12 x 1000€ = 12.000€
  • o problema é que a família Silva gastou no ano 2000 mais do que o que ganhava. Todos os meses gastou 1.100€, ou seja, mais 10% do que o que ganhava. Chegou ao fim do ano e tinha gasto 12.000€ + 1.200€ = 13.200€, ou seja, mais 10% do que do Produto Interno Silva. O Défice Silva Anual nesse ano foi de 10% face ao Produto Interno Silva.
  • para fazer face ao Défice Anual Silva do ano em causa, a família Silva arranjou um empréstimo de 1.200€ que o Banco Internacional lhe concedeu contra a assinatura de uma letra no mesmo valor. A Dívida Privada Silva, no ano de 2001, passou assim a ser de 1.200€, 10% do Produto Interno Silva
  • no início de 2001, a família Silva resolveu precaver-se e fazer um Orçamento, o Orçamento Silva. Projectou as suas despesas, não se esquecendo de incluir o investimento numa nova TV LCD. Para isso assumiu que iria haver um Défice Orçamental Silva de 10%. Ou seja, que iria gastar 13.200€ mais 1.200€ do que os 12.000€ a receber. Iriam cobrir o Défice Orçamental Silva de 10% com mais um empréstimo do Banco Internacional, ficando assim com uma Dívida Privada Silva de 20% (2.400€) do Produto Interno Silva
  • o Banco Internacional concedeu o empréstimo à família Silva (contra a assinatura de outra letra), mas um amigo da família (o Fernando Manuel Inácio, FMI para os amigos) não deixou de avisar que não era conveniente manter os Défices Orçamentais Silva acima dos 3% porque isso levaria rapidamente a uma Divida Silva de mais de 50% do Produto Interno Silva (ie. a uma divida de 6.000€) que seria dificil de pagar tendo em conta o Produto Interno Silva. A famíla Silva argumentou que este ano era por uma boa causa: o investimento numa TV LCD iria com certeza permitir um crescimento do Produto Interno Silva porque toda a família estaria mais feliz e portanto mais produtiva.
  • acontece que, chegados a 2002, na altura de se fazer o Orçamento Silva para esse ano, o “investimento” na TV LCD não tinha tido retornos (em verdade, não era esperado que tivesse) e não contribuiu em nada para a produtividade da famíla Silva. Nesse ano o Produto Interno Silva continuaria a ser de 12.000€. O Défice Anual Silva de 2001 tinha sido de facto de 10% (1.200€) do Produto Interno Silva e a Divida Privada Silva tinha passado para 20% (2.400€) do Produto Interno Silva.
  • apesar dos conselhos do amigo FMI, a família Silva fez um Orçamento Silva para 2002 que incluía um novo investimento, desta vez em roupa de marca que iria com certeza trazer retornos para a família porque esta seria mais feliz. Esse investimento significava que iria have mais um ano em que o Défice Orçamental Silva iria ser de 10% do Produto Interno Silva, mais 1.200€ do que o que ganhavam com o Produto Interno Silva, valor esse que iria ser coberto por mais um empréstimo do Banco Internacional (contra assinatura de uma letra). Chegando ao fim do ano, o Défice Anual Silva seria mais uma vez de 10% do Produto Interno Silva e a Divida Privada Silva passaria para os 30% do Produto Interno Silva.
  • o problema actual deriva do facto de a familia Silva ter feito o atrás descrito durante 10 anos: todos os anos fez um Orçamento Silva Anual com um valor 10% superior ao Produto Interno Silva com fins de “investimento”, acabando por acumular uma Dívida Privada Silva de 100% do Produto Interno Silva. Ou seja, a família Silva encontra-se neste momento perante a situação em que, caso o Banco Internacional o exigisse, teria de entregar todo o Produto Interno Silva do ano corrente, ficando sem nada para comer.
  • a família Silva tem mais investimentos para fazer e por isso pediu ao Banco Internacional mais um empréstimo para cobrir os 10% a mais que o Défice Orçamental Silva apresenta face ao Produto Interno Silva. Mas o Banco está renitente em emprestar o dinheiro, até porque um funcionário do Banco (o Sr John Rating) resolveu dizer que se a família Silva continuasse com Défices Anuais Silva na ordem dos 10% do Produto Interno Silva, seria necessário alterar a taxa de juro do empréstimo. A família Silva considerou isto um desaforo e considerou que o Sr Rating não tinha o direito de falar do empréstimo da família Silva nem muito menos de se meter nos assuntos da família Silva. Ao que o Sr Rating respondeu que nesse caso não haveria empréstimo nenhum, até porque o mais provável era que com uma Dívida Privada Silva de 100% do Produto Interno Silva, o mais provável era a família Silva não conseguir pagar as prestações do empréstimo.
  • e isto traz-nos ao problema actual da família Silva: continua a ter um Produto Interno Silva de 12.000€ anuais, mas já acumulou uma Divida Privada Silva de 100% do Produto Interno Silva (12.000€ portanto). A ter de usar todo o Produto Interno Silva deste ano para pagar a Divida Privada Silva, ficam sem dinheiro para comer. E sem dinheiro para gastar em dois novos investimentos: uma pista de comboios eléctrica e um avião telecomandado.
  • a família Silva já pensou em impor à empresa onde trabalha (a empresa Portugal, que contribui com os salários da família Silva) um aumento dos salários. Mas a empresa diz que não aceita que isso lhe seja imposto e que a família Silva é uma colecção de malandros, que até tinham prometido fazer mais pela empresa mas passaram o tempo em plenários a discutir qual era a melhor pista de comboios e qual era o melhor avião telecomandado. O que obviamente não tem nada a ver com a vida da empresa nem com a produtividade da mesma.
  • a família Silva também já pensou vender alguns bens que tinha recebido de um dos avôs (o Sr Botas), mas parece que isso lhe rende pouco mais do que 500€, cerca de 5% do Produto Interno Silva. O que mesmo assim não chega para cobrir o Défice Anual Silva de 10% do Produto Interno Silva, nem muito menos para pagar parte significativa da Divida Privada Silva.
  • a famíla Silva também já pensou em cortar as despesas em casa, mas os filhos Silva (um com 38 anos e o outro com 25) dizem que isso é inaceitável. A opção de os mandar trabalhar foi considerada mas os filhos têm direitos básicos inalienáveis e por lei não é possível recusar-lhes cama, comida e roupa lavada.
  • perante este impasse a família Silva espera não ter de recorrer a um empréstimo do amigo Fernando Manuel Inácio. É que ele já disse que até emprestava o dinheiro, mas que não havia pista de comboios para ninguém nem avião telecomandado. E que ainda tinham de lhe dar a TV LCD e as roupas de marca como garantia. Para além disso, parece que o amigo é falador e que é garantido que as outras famílias vão ficar a saber do problema da família Silva. O que pode prejudicar os jantares grátis para onde a família Silva é convidada de vez em quando.

A família Silva agradece qualquer contribuição no sentido de resolver este problema, desde que a mesma não implique trabalhar mais ou gastar menos. Prefere uma solução que inclua uma instituição de crédito que esteja disponível para ser enganada e para emprestar mais algum. É este ano que os investimentos vão dar frutos. Garantido.

January 09 2010

Undressing the Terror Threat – WSJ.com


I’m not much of a basketball player. Middle-age, with a shaky set shot and a bad knee, I can’t hold my own in a YMCA pickup game, let alone against more organized competition. But I could definitely beat LeBron James in a game of one-on-one. The game just needs to feature two special rules: It lasts until I score, and when I score, I win.

We might have to play for a few days, and Mr. James’s point total could well be creeping toward five figures before the contest ended, but eventually the gritty gutty competitor with a lunch-bucket work ethic (me) would subject the world’s greatest basketball player to a humiliating defeat.

The world’s greatest nation seems bent on subjecting itself to a similarly humiliating defeat, by playing a game that could be called Terrorball. The first two rules of Terrorball are:

(1) The game lasts as long as there are terrorists who want to harm Americans; and

(2) If terrorists should manage to kill or injure or seriously frighten any of us, they win.

[W3Feature1] Photo illustration by John Kuczala

These rules help explain the otherwise inexplicable wave of hysteria that has swept over our government in the wake of the failed attempt by a rather pathetic aspiring terrorist to blow up a plane on Christmas Day.

January 07 2010

Who puts the P in LAMP?

Received this yesterday:

So I’m thinking of starting a new web project and was wondering if I could seek your advice. My tendency is to use PHP since that’s what I know and have used most in the past. Though, after talking to a lot of folks (namely Googlers…go figure), I’ve been encouraged to instead choose Python.

Seeing as you’re my favorite PHP Terrorist I was wondering if you have any specific thoughts on the subject.

I still need to write another article on Python, but the short answer is I think if it’s web, PHP is probably the better choice.

“PHP is the shortest point between two distances on the web.”
—Me, tongue-tied at a talk

However there are some mitigating things to consider:

  • If your budget is very tight, then you can use Python and host it on Google App Engine. Yes, there are other solutions like Windows Azure and Ning, but I think that above shared hosting and short of slicehost, Google is the best option.
  • If you only want to use/learn/maintain one language throughout the entire setup, then Python is a better choice. PHP can’t do high concurrency and it’s not very versatile by itself.

PHP’s advantages are its ubiquity (host anywhere), relatively low skill requirements (easy to pick up), and it’s ability to work with other software packages and languages with ease (simple and sucky). PHP is an easy second language to pick up because its similarity to scripting, C, Perl, etc. On the other hand, hiring good PHP developers who can design a clean architecture that isn’t overbuilt or spaghetti is hard.

Python’s advantages are its collaboration for larger projects (clean design and readability), and being probably the best general scripting language on the market (versatility). Python is also a much easier language to learn to program for the first time. Learning Python for the web, pretty much means learning two things though: Python and a framework like Django.

As for Google, I’m not surprised. Google is very pro-python when choosing a scripting language, to the point of irrationality——YouTube for instance. In fact, the knee jerk reaction of almost any Googler is “use Python” in response to any programming question where a scripting language is involved. The reality is there is no best——just a series of “good enough” choices.

Look at the top 100 websites on the internet: about 40% of them are written in PHP and 0% of them are written in Rails…But to me, there is an alternate conclusion, since 60% of sites out there don’t use PHP: “The web problem ain’t that hard.”

PHP may be the best web language out there. But it certainly isn’t the only one. It’s one approach, one that stresses configuration over convention, stupidity over smarts, practicality over elegance.
me

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January 04 2010

O que é uma Júnior Empresa?

Júnior Empresas

Definição:

Uma Júnior Empresa é uma associação sem fins lucrativos, totalmente gerida por estudantes, que presta serviços de consultoria especializados, a empresas e outras entidades, insere-se geralmente nas instituições de ensino superior, visando principalmente a formação académica complementar dos seus membros.

Evolução:

A primeira Júnior Empresa nasceu em França em 1967 na Escola Superior de Ciências Económicas e Comerciais, com o objectivo de oferecer às empresas os conhecimentos, competências e pro-actividade dos estudantes. A iniciativa foi um sucesso, esta Júnior Empresa apresenta actualmente um volume de negócios de um milhão e meio de euros por ano. Entretanto o modelo foi implementado um pouco por toda a parte, existem cerca de 300 Júnior Empresas na Europa, 700 no Brasil, e já existem algumas iniciativas similares em África.

Portugal conta actualmente com 16 Júnior Empresas de norte a sul do país. A primeira Júnior empresa surgiu em 1991 mas o verdadeiro boom a nível nacional deu-se a partir de 2005/2006 momento a partir do qual se criaram a maioria das Júnior Empresas agora existentes…

Como se pode observar no quadro, as Júnior Empresas nacionais estão distribuídas pelas cidades de Aveiro, Coimbra, Lisboa, Porto e Vila Real e apresentam um leque de serviços diversificados:

Em Aveiro temos a Aveiro Smart Business da Universidade de Aveiro que oferece um conjunto alargado de serviços actuando nas áreas de economia, gestão, engenharias e também design.

Em Coimbra temos a JEEFEUC da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra que tive a honra de presidir em 2008, a jeKnowledge da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, na área de contabilidade e administração temos a Dynamic Júnior Consulting do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra, na área farmacêutica podemos contar com os serviços da Junilab da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra e finalmente a recém-criada JE_COM que actua no sector da comunicação empresarial.

Em Lisboa contamos com a ISEG Business Consulting do Instituto Superior de Economia e Gestão, com a Junimo da Universidade Moderna, e com a POWER Consulting do Instituto Superior de Psicologia Aplicada que actua na área da psicologia organizacional.

Na cidade do Porto contamos com a FEP JC da Faculdade de Economia do Porto que é actualmente a Júnior Empresa mais antiga de Portugal e aquela com maior volume de negócios, a JuniGest da Universidade Católica, na área das engenharias temos a JuniFeup da Faculdade de Engenharia do Porto e a ISEP Júnior do Instituto Superior Engenharia do Porto. Pioneira em Portugal na área jurídica, temos a IURIS da Faculdade de Direito da Universidade do Porto. No sector contabilístico e administrativo podemos contar com os serviços da IJE do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto.

Finalmente, em Vila Real, temos a Utad Solutions Consulting da Universidade de Trás-os-Montes que demonstra que em regiões assimétricas, o empreendedorismo pode vencer.

Factores de sucesso:

Os benefícios que advêm da actuação das Júnior Empresas dividem-se em proveitos para as empresas e para os estudantes.

Benefícios para as empresas

O tecido empresarial português caracteriza-se por ser maioritariamente constituído por micro, pequenas e médias empresas que frequentemente não tem a capacidade financeira para recorrer a consultores externos seniores. Estas empresas, poderão encontrar na rede nacional de júnior empresas um meio, 3 a 4 vezes mais barato, de usufruir de serviços bastante diversificados em prol da necessidade de modernização, do acompanhamento das tecnologias, do encontro de soluções inovadoras que nos permitam ser globalmente mais competitivos pois as Júnior Empresas têm genuinamente uma forte ligação às instituições de ensino, que são por excelência a plataforma para a criação e adopção de inovadoras técnicas de trabalho.

A actual crise económica veio intensificar as dificuldades financeiras, assim como veio aumentar a necessidade de as empresas de repensarem o seu modelo de actuação no mercado – «as crises podem ser boas …elas permitem identificar e eliminar as gorduras das empresas…é nas crises que se separa o trigo do joio» – Neste contexto de crise as Júnior Empresas enquadram-se duplamente: serviços inovadores – preços competitivos.

É ainda de referir que a qualidade dos serviços prestados é garantida, pois cada projecto é geralmente acompanhado por um professor orientador.

Benefícios para os estudantes

Por outro lado, as Júnior Empresas pretendem ser verdadeiras oficinas de aplicação prática de conhecimentos teóricos adquiridos nas aulas. Esta aplicação de conhecimentos incrementa a experiências dos Júnior Empresários que não teriam a oportunidade de adquirir, tão cedo, em lado algum. Quando um júnior empresário vai para o mercado de trabalho, já sabe o que é realizar projectos especializados de consultoria, elaborar relatórios, ter reuniões com clientes, elaborar orçamentos, analisar contratos, e também as suas competências pessoais: liderança, criatividade, oratória e empreendedorismo já se encontram bastante desenvolvidas. Tão desenvolvidas que um estudo realizado pela Confederação Europeia de Júnior Empresas indica que 21% dos Júnior Empresários acabam, mais cedo ou mais tarde, por se tornarem verdadeiros empresários. O que é fantástico, sabendo que a média europeia é de apenas 7%.

Durante a sua aprendizagem, o júnior empresário ainda cria uma rede importante de contactos, que lhe permite partilhar ideias e métodos de trabalho, mas também, encontrar parceiros para futuros projectos.

Fazendo uma análise mais abrangente, verificamos, que no fundo, o fenómeno do desenvolvimento das Júnior Empresas acontece porque existem estudantes inteligentes e criativos, que procuram formas inovadoras de melhorarem e complementarem a sua formação académica.

Saber mais sobre júnior empresas: http://fjep.org

The Pidgin “IRSSI Features” Plugin Will Spam Your Friends

The Pidgin IRSSI Features plugin by Gary Kramlich and John Bailey contains a hard-coded “Easter Egg” which will spam all open conversation with a “Happy New Year!” message if Pidgin is running at midnight January 1st. John Bailey has confirmed this “feature” is intentional. The behavior is present in the pidgin-plugin-pack package for Ubuntu. It has apparently been part of the plugin since its inception.

Some may find this easter egg as whimisical as its authors apparently intended. Personally, I find it to be an unprofessional abuse of my IM credentials and identity. When we as users turn our logins and passwords over to a social software client, we implicitly trust that software to safeguard our our identity. There is a reason people get irate when a Twitter app spams all their friends with messages without their express permission. Impersonating a user and spamming their friends is a violation of trust.

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